Trabalho com o que se joga fora — objetos e pessoas.
Rukin vive e trabalha em São Paulo. Seu processo criativo parte do descarte — de objetos e de pessoas — e se apoia num rigor formal que vem de vinte anos de design gráfico, rigor que foi se soltando até o erro virar material.
Em 2024 apresentou a individual Multiplicidades na Passagem Literária da Consolação, São Paulo, investigação que se desdobrou na coletiva Sociedade do Descarte, no mesmo espaço (set. 2025 – mar. 2026). Sua primeira individual, Voodoo é pra jacú, foi em 2019 (Porão da Cerveja, São Paulo).
Antes disso viveu treze anos no Japão (2004–2018), onde sustentou a prática do desenho e da pintura em paralelo ao trabalho em fábrica e participou de feiras de arte em Tóquio. Formou-se em Programação Visual pela FAAP em 1993.